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A minha história.. aviso desde já que é longa e chata...

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A minha história.. aviso desde já que é longa e chata...

Mensagem por JotaAga em Dom Mar 29 2015, 09:50

Para quem tiver a coragem de ler esta história até ao fim os meus parabéns...
O objectivo é descarregar o que vai dentro de mim, foi o escape que encontrei...
Não sei porque a escrevo, talvez seja o escape destes sentimentos de merda que tenho (desculpem a linguagem).
Reconheço pelos sintomas que tenho e pelo que li nalguns tópicos que estou com uma depressão, não tenho coragem de procurar ajuda especializada, por vergonha...
Inicio...
Sempre fui um homem de poucas palavras, fechado para mim mesmo e tímido, sempre senti que algo falta em mim, não sei o quê..
Sou casado há 20 anos, tenho 43 anos, a minha mulher tem 48.
Tenho 2 filhos, um com 16 anos e o outro com 10...
É por eles que hoje eu me percebo que ainda estou aqui para escrever estas palavras é também por eles que tenho medo, pois o que sinto por eles já não é suficiente para eu conseguir sair deste buraco sentimental...
Já estive no fundo do poço algumas vezes, desta vez o fundo é cada vez mais fundo e não encontro o fim...
A minha querida mulher, por quem admito nunca morri de amores, foi a minha primeira e única namorada.
Sempre teve um feitio especial, mas sempre foi uma pessoa muito fiel e alguém por quem eu tinha a certeza absoluta que nunca me trairia, sabem aquele sentimento de "ponho as minhas mãos no fogo?)
A nossa relação nunca foi "fogosa", já estivemos 2 anos sem relações sexuais, embora ela seja uma mulher muito bonita, sempre foi uma pessoa muito fria e que só se preocupa com o seu próprio bem estar, uma pessoa que toma imensos comprimidos para as dores, todos os dias tem dores...
Alguém que tem vergonha de mostrar o que sente em público, se eu lhe der um beijo ou um apalpão na rua, seja lá onde for, fica irritada...
Alguém que não quer sair, ouvir música ir a uma discoteca, ver uma banda etc
Enfim, seguindo...
A minha mulher faz um percurso a pé todos os dias para ir apanhar boleia para o trabalho, desde há mais de um ano existe um velho com 68 anos que faz o percurso da caminhada diária dele e passa em frente à minha casa todos ou quase todos os dias...
Da primeira vez que os vi a caminharem, senti algo diferente, olhei para ela a conversar com ele e sentia-se que o fazia com grande à vontade, com alguma alegria.
Confrontei-a e ela rindo explicou que era um homem reformado que costuma caminhar e que apenas conversão os escassos 10 minutos e que gosta de conversar com ele...
Em junho do ano passado a minha esposa foi operada a um ouvido e claro, as dores dela são as piores dores do mundo...
Um dia de madrugada, acordou-me porque sentia a cara rija e sem sensibilidade, chateado por mais uma das crises de dores dela, discutimos, estava na véspera de uma consulta dela e disse para esperar para o dia seguinte...
Não o fiz e levei-a às urgências do hospital e fui trabalhar...
Mais tarde soube que tinha uma paralisia facial e tinha a boca torta...
Senti-me mal, acabamos por discutir e acabei por lhe dizer que por ela já não sentia nada, que continuávamos juntos por termos dois filhos, mais nada...
Como tudo na vida, o tempo passou, com os medicamentos e fisioterapia a paralisia passou.
Vieram as férias e tudo voltou ao normal...
Em setembro/outubro começaram algumas preocupações da minha parte devido ao "relacionamento" que ela tinha com aquele homem, chamava-lhe "o teu amigo", nunca fiquei muito preocupado, então o homem tem 68 anos, é avô...
Ouve alturas em que considerei colocar um aparelho para poder gravar as conversas que tinham, mas acabava sempre por desistir.
Tinha-mos algumas conversas estranhas, hoje apercebo-me que eram sinais de alerta, ela lá me dizia uma coisa ou outra que hoje sei o que são, na altura não fazia a ligação...
Vem o mês de outubro e foi uma altura em que tivemos relações sexuais com alguma frequência, e como todos sabemos, todos temos conversas "estranhas" na cama, contei-lhe fantasias sexuais ela contou-me as dela, disse-me que fantasiava beijar outros homens e que desejava seduzir outros homens e depois abandoná-los naquele estado...
Compreendi e naquela altura senti-me algo culpado, uma mulher bonita, quase a chegar aos 50 e sentir que não viveu a vida, iria chegar a idade dos arrependimentos, até lhe cheguei a dizer, porque é que não combinas uma saída com as tuas amigas, vão jantar, vão para a noite e vai dançar, e se sentires necessidade de satisfazer esse desejo, não tenho problemas em que te agarres a algum homem e se beijem, a condição é que fique por ai, nunca mais o vês nem sabes quem é, chegas a casa contas-me e tudo OK.
Ela nunca demonstrou interesse, aparentemente, mal eu sabia...
Havia dias em que ela estava tensa, um certo dia ao chegar a casa, chamou-me e começou por me dizer que estava a sentir-se atraída por o amigo dele, que às vezes tinha vontade de o beijar.
A minha reacção foi de riso... rimo-nos muito e disse, isso é normal, tu sentes falta de alguém para conversar e sentes-te atraída por isso, ele disse que se ia afastar do homem e eu disse que não, não era justo e voltei a dar o conselho, porque não sais, vais à discoteca ou salão de danças e etc
Garantiu-me que ele não fazia ideia e que nunca tinha tentado nada, apenas gostavam de conversar, pois conseguiam conversar sobre tudo...
No dia a seguir, chamou-me outra vez e contou-me que tinha dito ao homem para se afastar, que estava a ficar com sentimentos confusos em relação a ele...
Achei mal, então o homem passa aqui todos os dias, se gostam tanto de conversar, acho que era errado, mas a decisão era dela...
No outro dia, chamou-me outra vez e contou-me que afinal ela já o tinha beijado...
Perguntei como e ela contou que foi num impulso quando chegaram ao fim do percurso e não se conteve deu-lhe um beijo rápido e por isso ela lhe tinha pedido para se afastar.
A minha reacção foi de riso... imagina o homem, imagino como ficou a minha mulher, dar um beijo num velho e ir trabalhar!!! como esteve com a consciência dela!!!
No outro dia veio a verdade toda...
Afinal ela não o tinha beijado, foi ele que a beijou, na entrada da minha casa...
Garantiu-me e acredito que não se passou mais nada de grave, mas que desde a paralisia facial dela ela pensou" tenho de viver a minha vida, vou fazer o que não fiz até agora" e que já há algum tempo o homem lhe falava de sexo, que queria ter sexo com ela, que lhe contava coisas sexuais e a parte mais dolorosa é que ela sentia-se à vontade para lhe contar coisas sexuais...
Coisas que nem comigo na cama la dizia, ela dizia-lhe na rua, perto de minha casa,  com os vizinhos por perto, com a minha mãe a morar no mesmo prédio...
Acabou por ir à medica de família ao qual contou a história toda e lhe receitou comprimidos para a ansiedade..
Conversamos durante muito tempo e ela dizia várias vezes, não tenho sentimentos por o homem, apenas uma atracção, aconteceu por culpa dela, queria seduzir, mas que todos os dias lhe dizia para parar com aquela conversa e ele não parava.
Sempre demonstrou pena pelo homem e não querer magoar os sentimentos dele.
Com a conversa fui me apercebendo de alguns sinais de aviso, acabou por confessar que o beijo não foi a última coisa que depois disso as conversas sexuais continuavam e que ela todos os dias lhe pedia para parar, inclusivé ela chegou a lhe dizer que "ontem estive com o meu marido na cama e imaginei que era com você e foi muito bom"...
Chegou-me a contar que um dia foi para a cama e eu na sala e fantasiou que estava com ele na cama e se masturbou a pensar nele...
Na  altura até achei alguma graça, estávamos a ter sexo com bastante frequência, e dizia-lhe, não faz mal, ele aquece a comida e eu como!!!
No dia a seguir, uma sexta-feira de madrugada disse-me: Ajuda-me, por favor, cai num buraco, interna-me!!! não aguento mais...
Foi o descalabro por completo...
O QUÊ?????? ficar assim por causa de outro homem???
Levanta-te já, vai tomar um café forte e vai trabalhar!
Assim foi, conversamos muito...
No domingo, fomos passear ver o mar e depois do almoço, disse-me que já não aguentava mais... com o meu filho mais pequeno no carro, discutimos muito...
Disse-lhe tantas coisas...
Disse-lhe, se vais ficar assim por causa de outro homem eu levo-te hoje mesmo para o aeroporto e ponho-te num avião para a Madeira (a família é de lá)..nunca mais vais ver os teus filhos, não quero ao meu lado e ao lado dos meus filhos alguém doente mental...
A reacção dela foi, pede à minha irmã que me venha buscar...
Deixei-a nas urgência e pedi-lhe desculpa, mas não a ia acompanhar nesta situação, acabei por voltar para traz e não me deixaram vê-la.
Foi vista por uma psicóloga a quem contou a história, receitou mais 2 comprimidos e enviou-a ao médico de familia, 12 dias de baixa...
Nunca pensei um ser humano descer tão baixo...
Uns dias mais tarde, combinou um café com uma amiga, à noite, o café estendeu-se a uma ida à discoteca, chegou a casa às 3,30 da manhã...
Demonstrei o meu desconforto com a situação, ela disse-me que a partir daquela hora é que começava a música boa...
Veio o jantar de natal da empresa, foram jantar e discoteca, chegou a casa às 3,15.
Disse que não estava confortável com a situação, que não reconhecia as atitudes dela, ela não era assim, nunca tinha demonstrado interesse em sair à noite, que cada vez me sentia mais distante dela, que não conseguia confiar nela...
Algumas horas mais tarde, a amiga dela que não tinha ido ao jantar por estar a trabalhar e combinaram para a semana seguinte (o dia a seguir ao natal) uma nova saída...
Passei-me... discuti-mos e perguntei quer era esta pessoa que estava à minha frente...
Acabou por suspender a saída...
No dia da suposta saída e numa de testar a vontade dela, perguntei a que horas iam sair? os olhos dela brilharam, pensei que não querias que fosse, quando chegar a casa vou lhe ligar... essa amiga iria trabalhar até as 22,30.
Acabei por lhe dizer que era um teste, que era para ver a vontade dela em sair para a a noite e que estava com alguma dificuldade em aceitar que ela casada, com dois filhos em casa iria sair de casa por volta da meia noite, isto vindo de alguám que na maior parte dos dias vai para a cama às 21 horas...
A navegar na net, descobri que a discoteca que ela gostava iria fechar as portas nessa noite e que para celebrar iam fazer uma noite dos anos 80, algo que até eu gostava de ir, convidei-a para ir comigo...
A resposta dela!  Contigo??? NÃO, eu quero é ir com a minha amiga, sinto-me mais liberta!!!!
Desde ai a nossa relação tem sido tensa, não consigo admitir que a minha mulher esteja a tomar comprimidos para esquecer outro homem...
Parecia uma zombie...
Um certo dia, levei-a para fora de casa e dei-lhe um ultimato, tens uma semana para acabar com os comprimidos, debateu-se dizendo palavras como desmame dos comprimidos e que não podia deixar de repente, respondi que tinha uma semana para fazer a gestão como ela quisesse, se não punha-a fora de casa e arranjava maneira de legalmente não voltar os filhos...
Os dias foram passando, até que um dia chego a casa e encontro-a na cama a chorar baba e ranho a implorar que não lhe tirasse os filhos, que tinha pedido a uma colega que falasse comigo e me explicasse que não podia sair assim dos comprimidos...
Os comprimidos que ela tinha para tomar em sos estava a tomar todos os dias...
Foi como algo de mim morre-se nesse dia...
No dia a seguir enviei-a à média de família, o recado da médica foi que não pode interromper o tratamento, para continuar com o tratamento e os comprimidos em sos, que tomasse mais 2 semanas e depois sé em sos...
Desde ai, tenho estado muito fechado em mim, não tenho ninguém com quem falar,  de vez em quando lá rebento e falo com ela...
Pelo meio fizemos 20 anos de casado e ela nem se lembrou...
Cheguei a ouvir dela, sabes nem me importava se fosses para a cama com outra mulher... embora não tivesse tido sexo com ele, acho que compreendia...
Ela aparenta estar melhor, mas os comprimidos em sos, são todos os dias...
Por várias vezes lhe expliquei que sentia-me mal saber que o motivo da doença dela era ser outro homem...
Ela de vez em quando vai abaixo e confessa-me que agora tem medo que outro homem se meta com ela e sente pânico de pensar que o pode encontrar..
Existem outras coisas tão ridículas, que não conto para já... envolvem o facebook e um gay...
Estou num estado de tristeza profunda, não tenho vontade de fazer nada, começo algo e não consigo acabar, não consigo ter prazer em nada, o meu desejo sexual diminuiu bastante.
A minha mulher apercebeu-se da gravidade e tem tentado estar a meu lado, mas até me custa quando me aproximo dela, sinto-me estranho, já nem os meus filhos, estou sempre tão nervoso, mando vir por tudo e por nada.
Tenho tido pensamentos horríveis, há uns dias fui à praia e dei por mim parada à beira da água e a pensar o quão fácil seria entrar pela água dentro e passados alguns minutos deixaria de sofrer...
Não consigo sair deste estado, não tenho força de vontade para o fazer, não consigo ir à medica de família, tenho vergonha, está escrito no processo que houve um caso de traição... na última consulta dela, que não estava relacionada com o caso, outra médica, viu o processo e perguntou que traiu e ela respondeu "fui eu que me portei mal"...
Tenho medo, tenho vergonha tenho, não sei o quê... não consigo sair deste estado, será que quero sair deste estado?
Será que estou a fazer isto de propósito para castigar a minha mulher?
Só tenho vontade de chorar e de estar triste, parece que preciso de estar triste, sinto-me triste quando não estou triste...
PORQUÊ?????????????????????????????
Desculpem este testamento, foi a forma que encontrei de descarregar isto de mim...
Não tenho ninguém que me ouça, não procuro ninguém que me ouça...
Sei que preciso de ajuda médica, mas não tenho coragem, tenho vergonha, não tenho dinheiro para pagar as consultas num psicólogo, não sei o que quero...
Estou farto...farto, farto, farto, farto....
Desculpem

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Re: A minha história.. aviso desde já que é longa e chata...

Mensagem por mrbombas em Dom Mar 29 2015, 10:21

Olá, antes de mais está na hora de assumir responsabilidades pelos actos, quem começou a falar de sentimentos e ser liberal com outras pessoas foste tu...
Depois vem a parte de querer ajudar a esposa dizendo-lhe que tem que parar com os medicamentos, bem, neste momento já deves saber que não pode ser assim...
O passar à frente e viver como se nada tivesse acontecido é impossível de imediato, o segredo é deixar o tempo fazer o seu trabalho na ferida emocional... No meio disto tudo, resta os filhos, como estão eles?

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Re: A minha história.. aviso desde já que é longa e chata...

Mensagem por JotaAga em Dom Mar 29 2015, 10:43

Obrigado pela resposta.
Sim, tenho responsabilidades, o pormenor é quando eu falava nestes assuntos com ela, essa coisas já tinham acontecido ou estavam a acontecer... quem é que nunca teve conversas destas na cama?
Uma coisa é ter fantasias na cama e outra coisa é tentar pô-las em prática, mas sim, reconheço responsabilidades...
Tempo... sim, eu sei... acho...
Os filhos, tento fazer com que não se apercebam, mas sei que notam, ainda há 2 semanas fomos a Fátima e senti vontade de ir acender uma vela, nem sou muito religioso...
Quando o fiz, comecei a chorar compulsivamente sem conseguir parar... o meu filho mais novo agarrou-se a mim e a perguntar, então Pai???
Este relato todo não é um pedido de ajuda, sei onde procurar essa ajuda.
Foi mais numa de desabafo, de gritar, de mandar tudo cá para fora...
Eu já nem sei se estou assim devido ao sucedido, já não sei se tudo não é uma desculpa, eu nunca a amei verdadeiramente, porque é que estou assim? Não faz sentido para mim...

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Re: A minha história.. aviso desde já que é longa e chata...

Mensagem por mrbombas em Dom Mar 29 2015, 10:50

A religião acaba por ser algo sentimental, isso mostra também que tens sentimentos, a ajuda de que falas encontrasse dentro de ti, precisas sim de ferramentas para isso e podes encontrar aqui algumas, falar e escrever ajuda a aliviar o peso do sentimento e a aclarar a mente, força...

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Re: A minha história.. aviso desde já que é longa e chata...

Mensagem por JotaAga em Dom Mar 29 2015, 17:39

Realmente o resto do dia passei bem mais leve.
Escrever a minha história, verbalizar o que até agora só acontecia dentro da minha cabeça, fez-me bem, muito bem, espero que continue assim e melhore a partir de agora...

JotaAga

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Re: A minha história.. aviso desde já que é longa e chata...

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